terça-feira, 14 de julho de 2015
Minha versão da história #1 - Clarice
Olá! Todas nós estamos mega felizes por fazer o primeiro post do blog, Para começar, decidimos contar a história por trás da nossa amizade, razão principal do nome do blog. Hoje quem vai contar a sua versão sou eu, Clarice, a mais velha das três.
Tudo começou em janeiro, no ano de 2009. Era o meu primeiro dia na nova escola, eu estava apavorada. Eu temia não conseguir fazer amigos, era meu maior medo. Bom, com o tempo, eu fui fazendo algumas amizades, só tinha um problema: As meninas eram divididas em grupos, tinha o grupo das garotas mais... como posso dizer... femininas (também conhecidas como patricinhas, mas eu não gosto de aplicar padrões e não via nenhum problema em usar muito rosa, se eu me sentisse bem com aquilo), as garotas "da pesada",(era o grupo da Mari) eram garotas legais, mas eram inimigas do grupo que citei anteriormente. E tinha também o grupo das garotas que falavam com todos, esse era o grupo de Ingrid.
Eu não pertencia a grupo nenhum, nem mesmo ao grupo das sem grupo. Eu falava com todos e não decidia onde ficar. Eu acho que, em parte, fui a responsável pela grande confusão que aconteceu nos anos seguintes. Todo grupo tem seus líderes, confere. Naquele ano, eu fiquei dividida entre os dois grupos principais (vamos chamá-los assim), e acabei causando um belo de um desentendimento (pior ainda) entre os dois. Por um lado, gostava muito de ter pessoas que enxergavam algo de bom em mim, e também gostava dos primeiros traços feministas que aquele grupo me trouxe (que hoje estão ainda mais fortes), mas também gostava da maneira como o outro grupo enxergava o mundo. Posso dizer que sou hoje uma fusão desses princípios que mesmo que ainda tão inocentes, infantis, me tornaram quem sou hoje em dia.
Nos anos seguintes, a tensão só aumentava. E tudo por minha causa! Eu queria muito que tudo aquilo tivesse um fim, até que vi a esperança, um certo dia. A psicóloga do colégio chamou as garotas para conversar, já que já tinha conhecimento do que se passava. Naquele instante (vou poupá-los dos detalhes), se formou uma união, um tratado de convivência. Foi partindo desse tratado que me senti mais livre para me aproximar igualmente das pessoas. Depois da separação dos grupos, comecei a andar com o grupo dos sem grupo, e Mari com a mistura do que restava dos outros grupos. Fiquei muito amiga de Ingrid, logo depois, na verdade, ano passado, os laços entre as três ficou ainda mais forte.
E foi assim que nos tornamos amigas, acidentalmente. Espero ter passado todo o sentimento que foi tão forte naquela época, apesar de que hoje, só rimos de toda essa confusão. Logo nos próximos posts, as meninas vão contar as suas versões de como nos tornamos amigas (garanto que muita coisa ainda há pra contar, hahahah...). Espero que tenham gostado, não esqueçam de seguirem o blog aqui, no Twitter e no Instagram. Beijinhos! <3
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Somos três melhores amigas e compartilhamos toda a loucura que temos dentro de nós entre si. Somos o que somos devido à uma porção de confusões do acaso, uma amizade acidental, porém verdadeira.
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