sábado, 5 de setembro de 2015

Receita de Donuts


PARA AS ROSQUINHAS
  • ÓLEO para fritar
  • 50 gramas de MANTEIGA SEM SAL derretida
  • 60 gramas de NATA
  • 150 gramas de BUTTERMILK
  • 135 gramas de AÇÚCAR GRANULADO
  • 2 OVOS
  • 1/2 colher de chá de BICARBONATO DE SÓDIO
  • 2 colheres de chá de FERMENTO
  • 420 gramas de FARINHA DE TRIGO
  • 1 colher de chá de SAL
  • 1 colher de chá de CANELA
PARA A CALDA DE CHOCOLATE
  • 115 gramas de CHOCOLATE picado
  • 120 gramas de CREME DE LEITE
  • 2 colheres de sopa de MANTEIGA SEM SAL
  • GRANULADO (opcional)


  • PREPARAÇÃO DAS ROSQUINHAS
    1. Forre uma forma com papel manteiga e outra com duas camadas de papel toalha.
    2. Em uma bacia grande, misture a farinha, o açúcar, o bicarbonato de sódio, o fermento, o sal, e a canela.
    3. Em uma bacia médio, misture os ovos, o buttermilk e a nata até que se combinem. Adicione a manteiga derretida, e mexa novamente.
    4. Faça um buraco no centro da mistura de farinha e despeje os ingredientes líquidos. Com uma espátula, envolva a farinha no líquido até que a mistura forme uma massa grudenta.
    5. Vire a massa em uma superfície levemente enfarinhada.
    6. Jogue um pouco de farinha sobre a massa e molde-a.
    7. Use dois cortadores redondos 
    8. Corte círculos na massa com o cortador maior.
    9. Com o cortador menor, faça buracos no centro do círculo maior.
    10. Disponha as rosquinhas inteiras e as rosquinhas furadas numa  forma forrada; junte as sobras da massa e molde-a para fazer o máximo de rosquinhas e buracos que puder.
    11. Despeje óleo suficiente em uma frigideira funda.
    12. Aqueça o óleo em fogo médio-alto 
    13. Enquanto você esperar o óleo esquentar, faça os outros passos.
     PREPARAÇÃO DA CALDA DE CHOCOLATE
    1. Coloque o chocolate em uma bacia médio.
    2. Em uma panela pequena, esquente o creme de leite até começar a ferver.
    3. Despeje o creme sobre o chocolate e espere 1 minuto.
    4. Mexa até a mistura ficar cremosa. Misture com a manteiga.
    5. Mantenha a mistura aquecida para passar nas rosquinhas já prontas.
    6. Decore com os granulados, se preferir.

     FRITANDO AS ROSQUINHAS
    1. Assim que o óleo atingir a temperatura, gentilmente retire as rosquinhas grandes da forma e coloque-as no óleo quente. Não sobrecarregue a frigideira - não faça mais que três rosquinhas por vez.
    2. Quando estiver dourado de um lado, vire-as com uma espatular e continue a fritar por mais alguns minutos até dourarem.
    3. Usando uma espatula, transfira as rosquinhas para a forma forrada com papel toalha e continue a fritar o resto das rosquinhas até acabarem.
    MONTAGEM DAS ROSQUINHAS
    1. Assim que você fritar as rosquinhas, trabalhe rapidamente para mergulhá-las no chocolate, ou no glacê de baunilha, ou no açúcar e canela. Se você quiser, decore as rosquinhas com granulado.
    2. Sirva imediatamente, elas são mais gostosas quentinhas!

                                                                                                Espero que gostem! Beijos!

terça-feira, 14 de julho de 2015

Minha versão da história #1 - Clarice


Olá! Todas nós estamos mega felizes por fazer o primeiro post do blog, Para começar, decidimos contar a história por trás da nossa amizade, razão principal do nome do blog. Hoje quem vai contar a sua versão sou eu, Clarice, a mais velha das três.  

Tudo começou em janeiro, no ano de 2009. Era o meu primeiro dia na nova escola, eu estava apavorada. Eu temia não conseguir fazer amigos, era meu maior medo. Bom, com o tempo, eu fui fazendo algumas amizades, só tinha um problema: As meninas eram divididas em grupos, tinha o grupo das garotas mais... como posso dizer... femininas (também conhecidas como patricinhas, mas eu não gosto de aplicar padrões e não via nenhum problema em usar muito rosa, se eu me sentisse bem com aquilo), as garotas "da pesada",(era o grupo da Mari) eram garotas legais, mas eram inimigas do grupo que citei anteriormente. E tinha também o grupo das garotas que falavam com todos, esse era o grupo de Ingrid. 

Eu não pertencia a grupo nenhum, nem mesmo ao grupo das sem grupo. Eu falava com todos e não decidia onde ficar. Eu acho que, em parte, fui a responsável pela grande confusão que aconteceu nos anos seguintes. Todo grupo tem seus líderes, confere. Naquele ano, eu fiquei dividida entre os dois grupos principais (vamos chamá-los assim), e acabei causando um belo de um desentendimento (pior ainda) entre os dois. Por um lado, gostava muito de ter pessoas que enxergavam algo de bom em mim, e também gostava dos primeiros traços feministas que aquele grupo me trouxe (que hoje estão ainda mais fortes), mas também gostava da maneira como o outro grupo enxergava o mundo. Posso dizer que sou hoje uma fusão desses princípios que mesmo que ainda tão inocentes, infantis, me tornaram quem sou hoje em dia. 

Nos anos seguintes, a tensão só aumentava. E tudo por minha causa! Eu queria muito que tudo aquilo tivesse um fim, até que vi a esperança, um certo dia. A psicóloga do colégio chamou as garotas para conversar, já que já tinha conhecimento do que se passava. Naquele instante (vou poupá-los dos detalhes), se formou uma união, um tratado de convivência. Foi partindo desse tratado que me senti mais livre para me aproximar igualmente das pessoas. Depois da separação dos grupos, comecei a andar com o grupo dos sem grupo, e Mari com a mistura do que restava dos outros grupos.  Fiquei muito amiga de Ingrid, logo depois, na verdade, ano passado, os laços entre as três ficou ainda mais forte. 

E foi assim que nos tornamos amigas, acidentalmente. Espero ter passado todo o sentimento que foi tão forte naquela época, apesar de que hoje, só rimos de toda essa confusão. Logo nos próximos posts, as meninas vão contar as suas versões de como nos tornamos amigas (garanto que muita coisa ainda há pra contar, hahahah...). Espero que tenham gostado, não esqueçam de seguirem o blog aqui, no Twitter e no Instagram. Beijinhos! <3